Era
uma vez, um homem cujo nome era João. Numa certa noite João saiu para lanternar,
que é quando o caçador sai para caçar de noite, ao chegar à mata, ele avistou
um veado e deu um tiro na direção dele, a caça caiu morta na hora.
O
tempo passou e João voltou a lanternar, e quando chegou ao local que tinha
matado o veado anterior, focou com sua lanterna e avistou os dos olhos acesos,
pois os olhos da caça brilham com a luz da lanterna, e João atirou. Ao correr
para ver o que era, não tinha nada no local onde o tiro atingiu, já assustado,
o caçador voltou para casa e deixou para buscar a caça ao amanhecer.
Assim
que amanheceu, João ficou preocupado e foi procurar o que tinha atirado, quando
chegou ao local, procurou por todos os lados e não encontrou nada. Mais
assustado ainda, ele foi procurar na árvore que estava atrás do veado, quando
olhou para ela, viu os olhos do veado grudados na árvore, e foi aí que ele
percebeu o que estava diante dele: os dois olhos que viu foram os olhos do
primeiro veado que matou ali.
Nayara
de Paula, 13 anos, 6º ano, Escola Cidade, às margens do rio Aramaquiri.








