Há muito tempo atrás, meu cunhado saiu da casa dele
para a casa da sua mãe que morava no município de São Sebastião da Boa Vista.
Quando já ia pelo meio do caminho, o motor da sua embarcação começou a falhar.
Ele prosseguiu viagem até o motor dele parar totalmente. Enquanto meu cunhado ainda
estava tentando consertar o motor quando notou algo estranho em volta do seu
casco: a água estava um pipoqueiro só em torno de toda a embarcação.
– Meu Deus! É a Cobra! – exclamou o rapaz.
Não tem mais opção, já que o motor não voltou a
funcionar, ele começou a remar, remou o mais rápido que seus músculos permitia.
Remou por sua vida sem olhar para trás. Ele chegou até a margem do rio, mas não
ficou para saber se a cobra o perseguia.
Ray Gomes de Carvalho, 14 anos, 7º ano, Escola São Francisco dos Pacas.

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