Vou escrever um conto que vivido pelo amigo do meu pai, o falecido senhor Oséias. Ele contou esse causo lá no sítio Santa Rosa, no ano de 2017.
Tudo aconteceu quando ele estava sozinho em casa numa manhã, e enquanto estava na cozinha, notou um homem se aproximando pelo caminho, ele entrou e pediu água. O senhor Oséias lhe deu o que beber e o homem agradeceu.
Já quando o homem ia descendo para ir embora, o senhor Oséias perguntou-lhe de onde vinha e para onde iria.
– Pra você não importa de onde vim, e nem pra onde vou. – respondeu-lhe o homem, que seguia para o mesmo caminho de onde tinha vindo, e que desapareceu para sempre.
O senhor Oseias achou estranho o que aconteceu, e ficou pensativo sobre o ocorrido, mas não ficou com medo. Meu pai me contou esse causo, e eu decidi escrever sobre ele porque também achei estranho. Não apenas estranho, mas também assustador, não é mesmo?
Sandra Oliveira Monteiro, 21 anos, rio Aramaquiri.
A segunda imagem é da aluna Sandra de 21 anos do oitavo ano do ensino fundamental, autora do conto: morena


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