Esse conto aconteceu com meu tio. Como de costume, todos os dias ele saía para beber. Pegava sua canoa e ia embora. Minha avó sempre chamava a sua atenção:
– Meu filho, não fica andando sozinho!
Mas ele sempre respondia:
Mas ele sempre respondia:
– Não ando sozinho, eles andam comigo! – sem nunca explicar quem eram “eles”.
Certa noite ele saiu para beber, só que houve uma discussão entre ele e seus amigos, e ele voltou mais cedo para casa.
Na volta, enquanto passava próximo a um comércio, decidiu comprar mais uma bebida e continuou seu retorno. Neste percurso viu alguém na margem do rio, mas passou direto. Mais adiante ouviu alguém chamar por ele na margem do rio, ele parou o casco (canoa feita com um único tronco de madeira) e embarcou a pessoa.
Ao chegar em casa, meu tio contou para a sua mãe o que tinha acontecido, e ela lhe explicou que ele tinha bebido com um boto, e por pouco o boto não levou meu tio com ele. Desde esse dia o meu tio nunca mais saiu sozinho para beber.Na volta, enquanto passava próximo a um comércio, decidiu comprar mais uma bebida e continuou seu retorno. Neste percurso viu alguém na margem do rio, mas passou direto. Mais adiante ouviu alguém chamar por ele na margem do rio, ele parou o casco (canoa feita com um único tronco de madeira) e embarcou a pessoa.

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